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O teste hidrostático de caldeiras conforme NR-13 exige pressão de 1,5 vezes a PMTA, enquanto vasos de pressão conforme ASME VIII Divisão 1 (UG-99) requerem 1,3 vezes a PMTA. Ambos utilizam água tratada (desmineralizada para inox), 2 manômetros calibrados RBC e registrador contínuo, com duração mínima de 30 minutos. O teste é obrigatório na inspeção inicial, após reparo ou alteração, e na requalificação de PMTA.

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O teste hidrostático de caldeiras conforme NR-13 exige pressão de 1,5 vezes a PMTA, enquanto vasos de pressão conforme ASME VIII Divisão 1 (UG-99) requerem 1,3 vezes a PMTA. Ambos utilizam água tratada (desmineralizada para inox), 2 manômetros calibrados RBC e registrador contínuo, com duração mínima de 30 minutos. O teste é obrigatório na inspeção inicial, após reparo ou alteração, e na requalificação de PMTA.

1. Teste Hidrostático em Caldeiras e Vasos de Pressão: Procedimento NR-13 e ASME

O teste hidrostático em caldeiras e vasos de pressão é uma etapa fundamental para a garantia da segurança operacional e a conformidade com as normas regulamentadoras. Este procedimento, que envolve a aplicação de pressão interna por meio de um fluido incompressível, como a água, visa verificar a integridade estrutural do equipamento e detectar eventuais falhas ou vazamentos antes de sua entrada em serviço ou após reparos significativos. A execução correta do teste hidrostático é um requisito mandatório da Norma Regulamentadora nº 13 (NR-13) no Brasil e de códigos internacionais, como o ASME (American Society of Mechanical Engineers), que estabelecem critérios rigorosos para a segurança de equipamentos sob pressão. A compreensão detalhada dos requisitos normativos, dos procedimentos técnicos e da instrumentação adequada é essencial para profissionais habilitados e empresas que operam ou realizam a manutenção desses equipamentos, assegurando a proteção de vidas, o patrimônio e a continuidade das operações industriais.

### Pressão de Teste: NR-13 para Caldeiras vs ASME VIII para Vasos

A definição da pressão de teste hidrostático é um dos parâmetros mais críticos e deve seguir estritamente as diretrizes normativas aplicáveis, que variam conforme o tipo de equipamento e o código de projeto. Para caldeiras, a Norma Regulamentadora nº 13 (NR-13) estabelece que a inspeção de segurança inicial de equipamentos novos deve incluir um exame interno, externo e o teste de pressão. Embora a NR-13 não especifique um valor fixo para a pressão de teste hidrostático em caldeiras, a prática comum e as boas práticas de engenharia, alinhadas aos códigos de fabricação aplicáveis, frequentemente indicam um valor de 1,5 vezes a Pressão Máxima de Trabalho Admissível (PMTA). Este valor, contudo, deve ser sempre confirmado com a versão vigente da NR-13, o código de fabricação da caldeira, os dados de projeto originais e o critério técnico do Profissional Habilitado (PH) responsável pela inspeção. A conformidade com o código de fabricação é primordial, pois ele detalha as condições específicas de teste para cada tipo de caldeira, considerando suas características construtivas e materiais.

Em contraste, para vasos de pressão, os códigos da American Society of Mechanical Engineers (ASME) fornecem diretrizes mais específicas. O ASME Seção VIII, Divisão 1, Parágrafo UG-99, que trata de vasos de pressão não sujeitos a chama, especifica que o teste hidrostático deve ser realizado a uma pressão de 1,3 vezes a PMTA (ou MAWP – Maximum Allowable Working Pressure), multiplicada pela razão entre a tensão admissível à temperatura de teste e a tensão admissível à temperatura de projeto, quando aplicável. Essa correção de temperatura é crucial para garantir que o teste não sobrecarregue o material em condições diferentes das de projeto. Já o ASME Seção VIII, Divisão 2, que aborda vasos de pressão alternativos com requisitos mais rigorosos de projeto e análise, pode exigir pressões de teste mais elevadas, frequentemente em torno de 1,43 vezes a PMTA, dependendo das especificações de projeto e da interpretação do código. Essas diferenças refletem as distintas metodologias de projeto e os fatores de segurança inerentes a cada divisão do código ASME.

É importante ressaltar que a NR-13 também exige o teste hidrostático em vasos de pressão em diversas situações, como na inspeção inicial, após reparos ou modificações que alterem a PMTA, em requalificações, ou quando não houver registro do teste de fabricação. Nesses casos, o PH deve conciliar as exigências da NR-13 com os códigos de projeto e fabricação do equipamento, garantindo que a pressão de teste seja adequada para verificar a integridade do vaso sem comprometer sua estrutura. A escolha do fluido de ensaio é outro aspecto relevante; a água tratada é o padrão, mas para aços inoxidáveis e ligas especiais, a água desmineralizada ou deionizada é recomendada para evitar corrosão sob tensão e contaminação por cloretos. A temperatura da água também é um fator crítico, com uma recomendação prática de mínimo de 15 °C para aços carbono, a fim de mitigar o risco de fratura frágil, um fenômeno que pode ocorrer em temperaturas mais baixas. A duração do ensaio, embora não rigidamente definida pela NR-13, é geralmente de no mínimo 30 minutos sob pressão máxima, permitindo a estabilização do sistema e a detecção de eventuais vazamentos ou deformações.

### Procedimento Completo: Da Preparação à Despressurização

A execução do teste hidrostático é um processo que exige planejamento meticuloso e a estrita observância de um procedimento detalhado, visando garantir a segurança dos envolvidos e a confiabilidade dos resultados. A primeira etapa é a preparação do equipamento, que inclui a limpeza interna e externa para facilitar a inspeção visual e a detecção de vazamentos. Todas as conexões, bocais, flanges e acessórios devem ser inspecionados para garantir que estejam em boas condições e devidamente vedados. Válvulas de segurança e outros dispositivos de alívio de pressão devem ser removidos ou bloqueados de forma segura, e as aberturas devem ser fechadas com tampões ou flanges cegos apropriados, dimensionados para suportar a pressão de teste. É crucial que o equipamento esteja isolado de qualquer sistema de processo e que todas as fontes de energia sejam desenergizadas e bloqueadas, conforme as normas de segurança.

Após a preparação, o equipamento é preenchido com o fluido de ensaio, geralmente água tratada, conforme as especificações técnicas. Para aços inoxidáveis e ligas especiais, a água desmineralizada ou deionizada é preferível para evitar problemas de corrosão. Durante o preenchimento, é essencial realizar a ventilação e o expurgo completo de todo o ar presente no interior do equipamento. A presença de ar pode comprometer a precisão do teste e, em caso de falha do equipamento sob pressão, pode resultar em uma liberação de energia perigosa, transformando o ar comprimido em um projétil. A ventilação é geralmente realizada através de válvulas de purga localizadas nos pontos mais altos do equipamento, garantindo que o volume interno seja totalmente ocupado pelo fluido incompressível.

Com o equipamento preenchido e o ar expurgado, inicia-se a pressurização gradual. A pressão deve ser aumentada lentamente, permitindo que o material se acomode e que qualquer pequeno vazamento ou deformação seja identificado precocemente. Durante esta fase, é fundamental monitorar continuamente os manômetros e o registrador de pressão. A taxa de pressurização deve ser controlada e, em determinados pontos, a pressão pode ser mantida por curtos períodos para inspeção preliminar. Uma vez atingida a pressão máxima de teste, conforme estabelecido pela NR-13, ASME ou código de fabricação, essa pressão deve ser mantida pelo tempo definido no procedimento, geralmente um mínimo de 30 minutos. Durante este período, o equipamento é inspecionado visualmente em busca de vazamentos, deformações permanentes, exsudação ou qualquer outro sinal de falha. A estabilidade da pressão nos manômetros e no registrador é um indicador crucial da integridade do equipamento.

Finalmente, após o período de manutenção da pressão e a inspeção bem-sucedida, o equipamento é despressurizado de forma controlada e gradual. A despressurização lenta é tão importante quanto a pressurização, pois evita choques hidráulicos e tensões residuais. As válvulas de alívio ou dreno devem ser abertas cuidadosamente, permitindo que a pressão retorne à atmosfera. Após a despressurização, o equipamento é drenado e, se necessário, seco para evitar corrosão interna. Todo o processo, desde a preparação até a despressurização, deve ser documentado em um relatório detalhado, incluindo os parâmetros do teste, os resultados da inspeção e a assinatura do Profissional Habilitado (PH), que emitirá o Laudo de Inspeção de Segurança com a devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

### Quando o Teste É Obrigatório e Quando Usar Pneumático

A obrigatoriedade do teste hidrostático é um ponto central na gestão da segurança de caldeiras e vasos de pressão, sendo definida por normas como a NR-13 e códigos de projeto. Para caldeiras, o teste hidrostático é exigido na inspeção inicial de caldeiras novas, antes que entrem em operação. Esta é uma etapa crucial para validar a integridade da fabricação. Além disso, o teste pode ser requerido após reparos ou alterações significativas que possam afetar a integridade estrutural do equipamento sob pressão, como a substituição de seções do casco ou a reparação de soldas críticas. Em situações de requalificação, quando a caldeira passa por uma reavaliação de sua vida útil ou condições operacionais, o Profissional Habilitado (PH) pode determinar a necessidade de um novo teste hidrostático. A ausência de comprovação documental do teste de fabricação, ou a exigência específica do código de fabricação, também pode tornar o teste hidrostático mandatório.

Para vasos de pressão, a obrigatoriedade do teste hidrostático segue padrões semelhantes, mas com algumas particularidades. É exigido na inspeção inicial de vasos novos ou importados, especialmente quando não há registro do teste de fabricação, conforme a data de corte prevista na NR-13. O teste também é mandatório após reparos, modificações ou alterações na Pressão Máxima de Trabalho Admissível (PMTA), que possam comprometer a integridade do vaso. Em processos de requalificação, o PH pode determinar a necessidade do teste. É fundamental entender que, em muitos casos, o que o usuário solicita como "teste hidrostático" pode ser, na prática, um relatório ou laudo de inspeção de segurança, que não necessariamente exige a repetição do ensaio, desde que haja um lastro documental robusto e uma avaliação técnica válida que comprove a integridade do equipamento.

Apesar da ampla aplicação do teste hidrostático, existem situações em que o teste pneumático (com ar ou gás inerte) pode ser uma alternativa, embora seja considerado de maior risco devido à energia armazenada em um gás comprimido. O teste pneumático é geralmente empregado quando o teste hidrostático é impraticável ou inviável. Isso pode ocorrer em equipamentos que não podem ser preenchidos com água devido a restrições de processo (por exemplo, contaminação do produto), por limitações estruturais do piso ou da fundação que não suportam o peso da água, ou em equipamentos localizados em áreas onde o congelamento da água é um risco. A NR-13 permite o uso de teste pneumático em vasos de pressão sob condições específicas, exigindo um procedimento rigoroso e a aprovação do PH.

Quando o teste pneumático é utilizado, as precauções de segurança são intensificadas. A pressão de teste pneumático é geralmente menor que a hidrostática, tipicamente 1,1 a 1,25 vezes a PMTA, para reduzir o risco em caso de falha. A pressurização deve ser feita em etapas, com inspeções visuais em cada patamar de pressão. A detecção de vazamentos é realizada com soluções de espuma ou equipamentos ultrassônicos. O ambiente deve ser isolado, e o pessoal não essencial deve ser afastado da área durante o teste. A decisão de utilizar o teste pneumático deve ser cuidadosamente avaliada pelo PH, considerando os riscos envolvidos, as características do equipamento e as exigências normativas, sempre priorizando a segurança. A documentação do teste pneumático deve ser tão detalhada quanto a do hidrostático, com registro de todas as etapas e resultados.

### Instrumentação, Laudo e Custos no PIM

A precisão e a confiabilidade do teste hidrostático dependem diretamente da instrumentação utilizada, que deve ser adequada e estar em perfeitas condições de calibração. Para garantir a rastreabilidade metrológica e a validação cruzada dos dados, é recomendada a utilização de dois manômetros calibrados, com rastreabilidade à Rede Brasileira de Calibração (RBC). Esses manômetros devem ter faixas de medição apropriadas para a pressão de teste e ser instalados em locais visíveis. Além dos manômetros, um registrador contínuo de pressão é essencial para documentar o perfil de pressurização e despressurização, bem como a estabilidade da pressão durante o período de manutenção. Este registrador fornece um histórico inalterável do teste, fundamental para o laudo. Quando aplicável, a medição da temperatura do fluido de teste também pode ser necessária, especialmente em materiais sensíveis à temperatura. As válvulas e linhas de alívio/teste devem ser dimensionadas corretamente e inspecionadas antes do uso.

O laudo do teste hidrostático, ou mais amplamente, o Laudo de Inspeção de Segurança, é o documento formal que atesta a conformidade do equipamento com as normas e a sua aptidão para operação. Este laudo deve ser elaborado e assinado por um Profissional Habilitado (PH), que é um engenheiro com registro no CREA e especialização na área de caldeiras e vasos de pressão, conforme a NR-13. O laudo deve conter, no mínimo, as seguintes informações: identificação completa do equipamento, data da inspeção, tipo de inspeção (inicial, periódica, extraordinária), parâmetros do teste hidrostático (pressão, duração, fluido, temperatura), resultados da inspeção visual (interna e externa), descrição de quaisquer reparos ou modificações realizadas, conclusão sobre a integridade do equipamento, recomendações para a próxima inspeção e a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) do PH. A ART é um documento legal que vincula o profissional ao serviço técnico prestado, garantindo a responsabilidade civil e técnica.

Os custos associados ao teste hidrostático são um componente importante do Plano de Inspeção e Manutenção (PIM) de qualquer indústria. Estes custos podem variar significativamente dependendo de diversos fatores, como o porte e a complexidade do equipamento, a localização da instalação, a necessidade de andaimes ou acesso especial, o tipo de fluido de teste, a instrumentação necessária e a mão de obra especializada. Os custos diretos incluem o aluguel ou compra de bombas de pressurização, manômetros calibrados, registradores, o custo da água (e seu tratamento/descarte), e os honorários do PH e da equipe de apoio. Custos indiretos podem envolver a parada de produção durante o teste, a limpeza e secagem do equipamento, e a eventual necessidade de reparos caso o teste revele falhas.

A inclusão do teste hidrostático no PIM deve ser planejada com antecedência, considerando a frequência exigida pela NR-13 (inspeção inicial, periódica, extraordinária) e as recomendações do PH. Um PIM bem estruturado não apenas garante a conformidade regulatória, mas também otimiza os custos ao prever as inspeções e manutenções necessárias, evitando paradas não programadas e falhas catastróficas. A manutenção de um histórico documental completo de todos os testes e inspeções é crucial para a gestão da vida útil do equipamento e para a tomada de decisões estratégicas sobre sua operação e eventual substituição. Investir em um teste hidrostático de qualidade é investir na segurança, na confiabilidade operacional e na longevidade dos ativos industriais.

### Riscos e Soluções no Teste Hidrostático

O teste hidrostático, embora essencial para a segurança, apresenta riscos inerentes que devem ser gerenciados com rigor. Um dos principais riscos é a ruptura do equipamento sob pressão, que pode ocorrer devido a falhas estruturais não detectadas, corrosão avançada, defeitos de fabricação ou aplicação de pressão excessiva. A falha pode resultar na liberação súbita de água e fragmentos, causando danos materiais significativos e ferimentos graves ao pessoal. Para mitigar este risco, a solução reside na preparação minuciosa do equipamento, incluindo inspeções pré-teste detalhadas, cálculo preciso da pressão de teste pelo PH e pressurização gradual e controlada, monitorando constantemente o equipamento. O uso de instrumentação calibrada e redundante é vital para detectar anomalias precocemente.

Outro risco relevante é a contaminação do fluido de processo ou do meio ambiente pelo fluido de teste. Se o equipamento for utilizado em processos que exigem alta pureza (como na indústria farmacêutica ou alimentícia) ou se o fluido de teste não for adequadamente tratado, pode haver contaminação do produto final. Além disso, o descarte inadequado da água de teste, especialmente se contiver aditivos ou contaminantes, pode gerar impactos ambientais e multas. A solução envolve a seleção cuidadosa do fluido de teste, utilizando água desmineralizada ou deionizada para equipamentos sensíveis e garantindo que a água de descarte seja tratada conforme as regulamentações ambientais locais. O planejamento para o descarte ou reuso da água deve ser parte integrante do procedimento de teste.

Finalmente, o risco de fratura frágil em aços carbono, especialmente em baixas temperaturas, é uma preocupação. Aços carbono podem perder sua ductilidade em temperaturas abaixo de um certo limite, tornando-os suscetíveis a fraturas súbitas sob tensão. Se o teste hidrostático for realizado com água muito fria, o equipamento pode falhar mesmo sob pressões abaixo da nominal. A solução para este risco é o controle da temperatura do fluido de teste, mantendo-o acima de um mínimo seguro, geralmente 15 °C para aços carbono, conforme boas práticas de engenharia. Em climas frios ou para materiais especiais, a temperatura deve ser ajustada pelo PH com base no código de fabricação e na curva de transição dúctil-frágil do material, podendo ser necessário aquecer a água antes do preenchimento.

### Conclusão

O teste hidrostático em caldeiras e vasos de pressão é uma prática indispensável para a segurança industrial, representando um pilar fundamental na conformidade com a NR-13 e os códigos internacionais como o ASME. A execução rigorosa deste procedimento, desde a definição precisa da pressão de teste até a despressurização controlada, é crucial para a verificação da integridade estrutural dos equipamentos. A correta aplicação das diretrizes normativas, a utilização de instrumentação calibrada e a elaboração de um laudo técnico detalhado por um Profissional Habilitado (PH) são etapas que garantem a confiabilidade do processo e a segurança dos operadores.

A compreensão dos riscos associados ao teste hidrostático, como a ruptura do equipamento, a contaminação e a fratura frágil, e a implementação de soluções eficazes para mitigá-los, são responsabilidades primordiais das empresas e dos profissionais envolvidos. A integração do teste hidrostático em um Plano de Inspeção e Manutenção (PIM) robusto não apenas assegura a conformidade regulatória, mas também contribui para a otimização dos custos operacionais, a prevenção de acidentes e a maximização da vida útil dos ativos. Em última análise, o investimento em testes hidrostáticos bem executados é um investimento na segurança, na produtividade e na sustentabilidade das operações industriais.

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FAQ

Perguntas Frequentes

Sobre teste hidrostatico caldeiras vasos pressao

P:Qual a pressão do teste hidrostático de caldeira conforme NR-13?

A Norma Regulamentadora NR-13 estabelece que a pressão de teste hidrostático para caldeiras deve ser de 1,5 vezes a Pressão Máxima de Trabalho Admissível (PMTA). É crucial que essa pressão seja mantida por um tempo mínimo de 30 minutos, permitindo a inspeção detalhada de todas as superfícies soldadas, conexões e juntas para identificar quaisquer vazamentos ou deformações. A PMTA é um valor determinado no projeto da caldeira e representa a pressão máxima que o equipamento pode suportar em operação normal. O teste hidrostático é um procedimento de segurança fundamental para verificar a integridade estrutural da caldeira após fabricação, reparos significativos ou em inspeções periódicas, garantindo que ela possa operar com segurança dentro dos seus parâmetros projetados. A NR-13 visa prevenir acidentes e garantir a segurança dos trabalhadores e do ambiente, sendo a conformidade com seus requisitos essencial para a operação legal e segura de caldeiras.

P:Teste hidrostático de vaso de pressão segue que norma?

O teste hidrostático de vasos de pressão segue principalmente a Norma Regulamentadora NR-13 no Brasil, que estabelece os requisitos mínimos para gestão da integridade estrutural de vasos de pressão. Além da NR-13, normas técnicas como a ASME Boiler and Pressure Vessel Code (BPVC), especialmente a Seção VIII, Divisão 1, são amplamente utilizadas como referência para o projeto, fabricação, inspeção e teste de vasos de pressão. A ASME BPVC detalha os procedimentos para o teste hidrostático, incluindo a pressão de teste, que geralmente é de 1,3 a 1,5 vezes a Pressão Máxima de Trabalho Admissível (PMTA), e o tempo de duração. Essas normas garantem que o vaso de pressão seja capaz de suportar as condições de operação para as quais foi projetado, sem risco de falha. A escolha da norma a ser seguida pode depender do país de fabricação, do local de instalação e dos requisitos específicos do cliente ou da autoridade reguladora.

P:Água desmineralizada é obrigatória no teste hidrostático?

A utilização de água desmineralizada não é estritamente obrigatória em todos os testes hidrostáticos, mas é altamente recomendada, especialmente para equipamentos que operam com fluidos sensíveis à contaminação ou que são feitos de materiais que podem sofrer corrosão com a presença de íons. A água da torneira, por exemplo, contém minerais e impurezas que podem causar incrustações, corrosão ou deixar resíduos no interior do equipamento após o teste, o que pode ser prejudicial para a vida útil do vaso de pressão ou caldeira, ou para a pureza do produto que será processado. Em sistemas de alta pureza, como os da indústria farmacêutica ou de alimentos, a água desmineralizada é essencial para evitar qualquer tipo de contaminação. Para equipamentos que serão expostos a altas temperaturas ou que possuem materiais mais suscetíveis à corrosão, a água desmineralizada minimiza os riscos de danos internos. A decisão de usar água desmineralizada deve ser baseada na análise dos riscos e na criticidade do equipamento e do processo.

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Resumo Estratégico

O teste hidrostático é um procedimento mandatório para caldeiras e vasos de pressão, visando verificar a integridade estrutural e a estanqueidade dos equipamentos. Realizado sob a égide da NR-13 e normas como ASME Seção VIII Divisão 1, este ensaio aplica pressão hidráulica controlada, superior à pressão máxima de trabalho admissível (PMTA). A conformidade com ABNT NBR 16075-1 e requisitos de calibração RBC para instrumentação é essencial para a validade do teste e a segurança operacional.

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📚 Referências Normativas e Técnicas

[1] Lei nº 6.496/1977 — Institui a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)

[2] Resolução CONFEA nº 1.025/2009 — Regulamenta a ART

[3] ABNT NBR ISO 9001:2015 — Sistemas de gestão da qualidade

[4] NR-13 — Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos

⚖️ Compromissos Técnicos e Legais

Responsabilidade Técnica (ART): Todos os serviços executados pela Solutec AM são acompanhados de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida por engenheiros registrados no CREA-AM, conforme a Lei nº 6.496/1977 e Resolução CONFEA nº 1.025/2009.

Natureza Informativa: Este artigo tem caráter técnico-consultivo. A aplicação das soluções aqui descritas exige análise individual por engenheiro habilitado, com emissão de ART e projeto executivo adequado às condições específicas de cada obra.

Eng. Aléxia Perrone — Engenheira Mecânica CREA-AM 36950AM

Aléxia Perrone

Engenheira Mecânica

CREA-AM 36950AM  ·  RNP nº 042226912-3

Especialista em construção, montagem e manutenção industrial, com atuação em paradas de manutenção programadas e emergenciais nos segmentos industrial, petroquímico, energético e de infraestrutura. Inspetora de dutos terrestres qualificada e especialista em processos de impermeabilização com geomembranas e geotêxteis. Técnica em Eletrônica Digital e Edificações, possui 9 anos de experiência em gestão da qualidade e de obras, fabricação, soldagem e integridade industrial, com foco em segurança, qualidade e desempenho operacional na região norte.

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