A regulamentação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para tanques de combustíveis estabelece diretrizes para garantir a segurança operacional e ambiental. As normas abrangem desde a construção e instalação até o monitoramento e desativação de Sistemas de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC) e tanques aéreos. A conformidade é verificada através de certificações, testes de estanqueidade periódicos e sistemas de monitoramento contínuo, visando prevenir vazamentos e contaminação.
Resposta Direta
A regulamentação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para tanques de combustíveis estabelece diretrizes para garantir a segurança operacional e ambiental. As normas abrangem desde a construção e instalação até o monitoramento e desativação de Sistemas de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC) e tanques aéreos. A conformidade é verificada através de certificações, testes de estanqueidade periódicos e sistemas de monitoramento contínuo, visando prevenir vazamentos e contaminação.
A gestão segura e eficiente de tanques de combustíveis é um pilar fundamental para a indústria de petróleo e gás, especialmente em regiões estratégicas como Manaus e a Amazônia Legal. A complexidade logística e ambiental da região exige um rigor ainda maior na aplicação das normas regulatórias. A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) desempenha um papel central na definição dessas diretrizes, visando proteger o meio ambiente, a saúde pública e a integridade das operações.
Este documento explora os aspectos cruciais da regulamentação da ANP para tanques de combustíveis, detalhando a importância da conformidade. Serão abordados os requisitos técnicos, o papel do Sistema de Avaliação da Conformidade (SASC) e a relevância dos testes de estanqueidade e monitoramento. A compreensão dessas normativas é essencial para todos os agentes econômicos envolvidos na cadeia de armazenamento e distribuição de combustíveis.
1. Regulamentação ANP para Tanques de Combustíveis
A ANP é a entidade reguladora responsável por estabelecer as normas e fiscalizar as atividades da indústria de petróleo, gás natural e biocombustíveis no Brasil. Para tanques de combustíveis, a regulamentação visa garantir a segurança das instalações, a prevenção de acidentes e a proteção ambiental. As normas abrangem desde o projeto e construção até a operação, manutenção e desativação dos sistemas de armazenamento.
As resoluções da ANP complementam as normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e as diretrizes de órgãos ambientais. Elas estabelecem requisitos para tanques subterrâneos (SASC) e tanques aéreos, diferenciando-os por tipo de combustível e capacidade. O objetivo é criar um arcabouço legal robusto que minimize os riscos associados ao armazenamento de substâncias inflamáveis e poluentes.
A Resolução ANP nº 41/2013, por exemplo, estabelece as regras para a revenda varejista de combustíveis automotivos, incluindo requisitos para as instalações de armazenamento. Outras resoluções abordam terminais e bases de distribuição, como a Resolução ANP nº 52/2015, que regulamenta terminais aquaviários, dutoviários, ferroviários e rodoviários de combustíveis. Essas normas detalham aspectos como sistemas de contenção, monitoramento de vazamentos e planos de contingência.
A fiscalização da ANP é contínua e pode resultar em sanções para os agentes que não cumprirem as exigências. A conformidade regulatória não é apenas uma obrigação legal, mas uma prática essencial para a sustentabilidade e a reputação das empresas. Em Manaus, a aplicação rigorosa dessas normas é vital devido à proximidade com ecossistemas sensíveis da Amazônia.

2. Resolução ANP 825/2020: Requisitos Técnicos
A Resolução ANP nº 825/2020 estabelece as especificações dos Gases Liquefeitos de Petróleo (GLP) e as obrigações quanto ao controle da qualidade a serem atendidas pelos agentes econômicos. Esta resolução foca na composição físico-química do GLP, como massa específica, pressão de vapor e teores de componentes, garantindo a qualidade do produto comercializado. Ela não aborda diretamente os requisitos técnicos de projeto, construção ou instalação de tanques de combustíveis líquidos, como gasolina ou diesel.
A principal função da Resolução ANP nº 825/2020 é assegurar que o GLP distribuído no território nacional atenda aos padrões de qualidade definidos na Tabela I do Anexo I. Produtores e importadores de GLP são obrigados a analisar amostras do volume a ser comercializado e emitir certificados da qualidade. Esses certificados devem identificar o produto por meio de numeração sequencial anual, garantindo a rastreabilidade.
Em operações onde o GLP é movimentado por polidutos antes da entrega ao distribuidor, a resolução exige informações adicionais no certificado da qualidade. Isso inclui a identificação do número do tanque e o tipo de produto armazenado, além de dados como massa específica a 20 °C e teores de pentanos ou butanos. Este requisito visa rastrear a qualidade do GLP durante seu transporte e armazenamento em tanques específicos para GLP, mas não impõe especificações de engenharia para esses tanques.
As características físico-químicas detalhadas na resolução, como a pressão máxima de vapor e os limites para butanos e outros componentes, são cruciais para a segurança e o desempenho do GLP. O controle da qualidade na distribuição (CQD) exige ensaios para verificar a massa específica, gás sulfídrico (H₂S) e resíduos. A conformidade com a Resolução ANP nº 825/2020 é fundamental para a segurança do consumidor e a integridade da cadeia de suprimentos de GLP.
3. SASC e Certificado de Conformidade
O Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis (SASC) é um conjunto de equipamentos e instalações projetado para armazenar combustíveis líquidos de forma segura. A regulamentação para SASC é rigorosa, visando prevenir vazamentos e contaminação do solo e da água. A certificação de conformidade para SASC é um processo essencial que atesta que a instalação e os componentes atendem aos requisitos técnicos e de segurança estabelecidos.
A Portaria MDIC/Inmetro nº 681/2025 (ato consolidado) aprova os Requisitos de Avaliação da Conformidade (RAC) para instalação e retirada de SASC. Esta portaria foca na proteção ambiental e na prevenção de riscos de incêndio e explosão. A certificação é realizada por um Organismo de Certificação de Produto (OCP) acreditado pelo Inmetro, que avalia o fornecedor de instalação e retirada de SASC, e não o posto em si.
Os serviços abrangidos pela certificação incluem a destinação final de tanques e componentes usados, conforme a ABNT NBR 14973 (Desativação de postos de serviço). Também abrange a instalação de tanques novos, seguindo a ABNT NBR 16764, e a seleção e instalação de componentes para SASC, de acordo com a ABNT NBR 13786. É proibido o reuso de tanques, tubulações não metálicas e componentes do sistema de descarga e abastecimento que já tenham sido utilizados.
A obrigatoriedade de utilizar equipamentos e acessórios certificados é um ponto crítico da regulamentação. O OCP deve assegurar que, na execução da obra de instalação de SASC, sejam empregados apenas componentes certificados, quando aplicável. Além disso, os ensaios de conformidade da instalação, incluindo testes de estanqueidade de tubulações, conjunto tanque-tubulação e câmaras de contenção, devem ser realizados conforme a ABNT NBR 16764 e ABNT NBR 16795. O manômetro utilizado nesses ensaios deve possuir certificado de calibração válido, emitido por laboratório da Rede Brasileira de Calibração (RBC).

4. Teste de Estanqueidade e Monitoramento
O teste de estanqueidade é um procedimento crucial para verificar a integridade de tanques e tubulações de combustíveis, detectando possíveis vazamentos. A periodicidade e os métodos para esses testes são definidos por normas técnicas e regulamentações, como as da ANP e do Inmetro. Para tanques subterrâneos (UST), as normas ABNT NBR 13783 (Detecção de vazamentos) e ABNT NBR 13784 (Seleção de equipamentos e métodos) são referências importantes.
Para tanques aéreos (AST), especialmente em terminais e bases, as normas da American Petroleum Institute (API) são amplamente adotadas. A API 650 (Welded Tanks for Oil Storage) trata do projeto e construção, enquanto a API 653 (Tank Inspection, Repair, Alteration and Reconstruction) estabelece os requisitos para inspeções em serviço e fora de serviço, incluindo testes hidrostáticos. O teste hidrostático, que envolve o enchimento do tanque com água e monitoramento de nível/pressão, é comum para tanques AST novos ou após grandes reparos.
Além dos testes periódicos, o monitoramento contínuo é uma exigência para muitos sistemas de armazenamento, especialmente os SASC. Sistemas de monitoramento eletrônico de vazamentos (SMEL) são instalados para detectar a presença de combustível no espaço intersticial de tanques de parede dupla ou em poços de monitoramento. Esses sistemas fornecem alertas em tempo real, permitindo uma resposta rápida a potenciais vazamentos e minimizando os impactos ambientais.
A Portaria Inmetro/MDIC nº 716/2025 aprova os RAC para ensaio de estanqueidade em SASC, abrangendo empresas que realizam esses ensaios periódicos. Os métodos de teste incluem o hidrostático e o pneumático (com ar ou nitrogênio), cada um com suas aplicações específicas. A calibração dos equipamentos de medição, como manômetros, é fundamental para a confiabilidade dos resultados. A combinação de testes periódicos e monitoramento contínuo forma uma estratégia robusta para a gestão da integridade dos tanques de combustíveis.
5. Sanções e Multas por Não Conformidade
O descumprimento das regulamentações da ANP e das normas técnicas para tanques de combustíveis pode acarretar em severas sanções e multas. A ANP, como órgão fiscalizador, possui a prerrogativa de aplicar penalidades que variam desde advertências e interdições até multas pecuniárias substanciais. Essas sanções visam coibir práticas irregulares e garantir a segurança operacional e ambiental em todo o setor.
As multas são calculadas com base na gravidade da infração, no porte do agente econômico e na reincidência. Por exemplo, a falta de licença ambiental, a operação de tanques sem os devidos testes de estanqueidade ou a ausência de sistemas de monitoramento podem gerar multas elevadas. A Resolução ANP nº 734/2018, que estabelece os valores das multas aplicáveis, prevê penalidades que podem chegar a milhões de reais, dependendo da infração.
Além das multas financeiras, a não conformidade pode resultar na interdição total ou parcial das instalações, impedindo a continuidade das operações. Em casos mais graves, a ANP pode revogar a autorização de funcionamento do agente econômico. Essas medidas têm um impacto significativo na capacidade operacional e na reputação da empresa, gerando prejuízos financeiros e de imagem.
Os riscos de não conformidade não se limitam às sanções administrativas. Vazamentos de combustíveis, resultantes da falta de manutenção ou de testes inadequados, podem causar danos ambientais irreversíveis. A contaminação do solo e da água subterrânea gera custos elevados de remediação e pode levar a processos judiciais, tanto na esfera cível quanto criminal. A responsabilidade ambiental é um aspecto crítico que exige atenção contínua dos operadores de tanques de combustíveis.
Riscos Operacionais e Soluções
Risco 1: Vazamento de combustível por corrosão em tanques subterrâneos. A corrosão é uma das principais causas de falha em tanques subterrâneos de aço, podendo levar a vazamentos que contaminam o solo e a água. A exposição prolongada a ambientes úmidos e ácidos, tanto interna quanto externamente, acelera o processo de degradação do material. A detecção tardia de vazamentos agrava os impactos ambientais e os custos de remediação.
Solução Técnica: Implementação de tanques de parede dupla com monitoramento intersticial contínuo. A ABNT NBR 16161 (Tanques subterrâneos de parede dupla) especifica requisitos para esses tanques, que possuem um espaço anular entre as paredes. Sistemas de detecção de vazamento monitoram este espaço, alertando sobre qualquer falha na parede primária ou secundária.
Risco 2: Falha estrutural em tanques aéreos devido à fadiga do material ou assentamento diferencial. Tanques aéreos de grande porte estão sujeitos a tensões cíclicas e variações de temperatura, que podem causar fadiga nas soldas e no material do costado e fundo. O assentamento irregular da fundação pode gerar tensões adicionais, comprometendo a integridade estrutural do tanque. Uma falha estrutural pode resultar em um vazamento massivo e incêndio.
Solução Técnica: Realização de inspeções periódicas baseadas na API 653 (Tank Inspection, Repair, Alteration and Reconstruction), que incluem inspeção visual, medição de espessura por ultrassom e ensaios não destrutivos em soldas críticas. O monitoramento topográfico do assentamento da fundação é essencial para identificar movimentações anormais.
Risco 3: Contaminação do solo e da água subterrânea por derramamentos durante o abastecimento ou descarga. Operações de transferência de combustível, como abastecimento de veículos ou descarga de caminhões-tanque, apresentam risco de derramamentos acidentais. Mesmo pequenos volumes, se frequentes, podem saturar o solo e atingir o lençol freático, causando contaminação. A ausência de contenção adequada agrava o problema.
Solução Técnica: Instalação de bacias de contenção em áreas de descarga e abastecimento, conforme a ABNT NBR 13786 (Seleção de equipamentos para sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis). Essas bacias devem ser impermeáveis e dimensionadas para conter o volume do maior compartimento do caminhão-tanque ou o volume de um possível derramamento. A utilização de sistemas de recuperação de vapores também contribui para a segurança ambiental.
Tanques de combustíveis no Brasil são regulamentados pela Resolução ANP 825/2020, exigindo certificação SASC, teste de estanqueidade periódico e monitoramento contínuo. A Solutec AM executa inspeções e laudos conformes para postos, terminais e bases de distribuição.
6. Por Que Confiar na Solutec AM
A Solutec AM oferece serviços especializados em engenharia e consultoria para tanques de combustíveis, com foco na conformidade regulatória e na segurança operacional. A empresa possui experiência na aplicação das normas da ANP, Inmetro e ABNT, essenciais para o setor no Polo Industrial de Manaus e na Amazônia Legal. Os serviços abrangem desde a elaboração de projetos e licenciamento ambiental até a gestão da integridade de ativos.
A equipe técnica da Solutec AM realiza inspeções detalhadas e testes de estanqueidade, utilizando metodologias alinhadas às ABNT NBR 13783 e API 653. A empresa também oferece suporte na implementação de sistemas de monitoramento contínuo e na elaboração de planos de contingência. A Solutec AM contribui para que os agentes econômicos mantenham suas operações em conformidade, minimizando riscos e promovendo a sustentabilidade ambiental.
Este artigo tem natureza informativa e não substitui a análise de um profissional habilitado. Todos os serviços da Solutec AM são executados com ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) junto ao CREA-AM, conforme exigência legal.

Como Reduzir Seus Riscos?
❌ Risco
Ausência de ART CREA-AM: Serviços técnicos sem Anotação de Responsabilidade Técnica violam a Lei nº 6.496/1977 e expõem o contratante a embargos do CREA-AM.
✅ Solução
Toda execução deve incluir ART emitida por engenheiro registrado no CREA-AM, com rastreabilidade do procedimento e materiais empregados.
❌ Risco
Não conformidade normativa: Desvios de normas técnicas (ABNT NBR, ASME, NR, API) comprometem integridade operacional e podem invalidar laudos de inspeção.
✅ Solução
Procedimentos qualificados (PQR) e profissionais certificados garantem conformidade integral às normas aplicáveis ao escopo.
❌ Risco
Rastreabilidade insuficiente: Sem dossiê técnico QA/QC completo, auditorias e manutenções preventivas tornam-se impraticáveis, elevando riscos operacionais.
✅ Solução
Dossiê técnico digital com registros fotográficos, planilhas de campo e laudos assinados por engenheiro responsável.
Perguntas Frequentes
Sobre tanques combustiveis anp regulamentacao
P:O que é a Resolução ANP 825?
A Resolução ANP nº 825, de 29 de novembro de 2020, é um marco regulatório fundamental para o setor de combustíveis no Brasil, estabelecendo os requisitos para a construção, reforma, ampliação, operação e desativação de instalações de armazenamento de combustíveis líquidos. Seu principal objetivo é garantir a segurança operacional e ambiental dessas instalações, minimizando riscos de acidentes, vazamentos e contaminação. A norma abrange desde a fase de projeto, exigindo a apresentação de documentação técnica detalhada, até a operação, com a necessidade de planos de manutenção, inspeções periódicas e treinamentos para as equipes. Além disso, a resolução aborda a gestão de riscos, a prevenção e combate a incêndios, e os procedimentos para o descomissionamento de tanques e sistemas, assegurando que todo o ciclo de vida da instalação esteja em conformidade com as melhores práticas de engenharia e segurança. Ela substitui e aprimora regulamentações anteriores, consolidando as exigências da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis para o setor.
P:SASC é obrigatório para todo posto?
O SASC (Sistema de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis) não é obrigatório para todo posto, mas sim para aqueles que utilizam tanques subterrâneos para o armazenamento de combustíveis. Postos que operam exclusivamente com tanques aéreos, embora menos comuns em áreas urbanas, não possuem um SASC, mas devem seguir outras regulamentações para seu sistema de armazenamento. A obrigatoriedade do SASC está diretamente ligada à modalidade de armazenamento subterrâneo, independentemente da classificação do estabelecimento pela ANP como posto revendedor ou ponto de abastecimento.\n\nA conformidade do SASC é regida por diversas normas técnicas e ambientais. A ABNT NBR 13781:2019 estabelece os requisitos para a instalação de sistemas de armazenamento subterrâneo de combustíveis, enquanto a ABNT NBR 13783:2019 foca especificamente nos postos revendedores. Além disso, a Resolução ANP nº 41/2013 exige que o armazenamento e o sistema de recebimento/abastecimento estejam em conformidade com as normas técnicas e ambientais aplicáveis, garantindo a segurança e a proteção ambiental.\n\nNa Solutec AM, a aplicação dessas normas é fundamental para a segurança operacional e ambiental dos PIMs (Parques Industriais e de Manutenção). Ao projetar e instalar sistemas de armazenamento de combustíveis, seguimos rigorosamente as diretrizes da ABNT NBR 13781:2019 e da Resolução ANP nº 41/2013, assegurando que todos os componentes do SASC, como tanques, tubulações e sistemas de detecção de vazamento, estejam em conformidade. Isso minimiza riscos de vazamentos e contaminação, protegendo o meio ambiente e a saúde dos trabalhadores.
P:Com que frequência fazer teste de estanqueidade?
A frequência do teste de estanqueidade para tanques de combustíveis é geralmente anual, ou seja, a cada 12 meses, especialmente para tanques subterrâneos em postos e bases. Embora não haja um único intervalo nacional explícito pela ANP, essa periodicidade é amplamente exigida por órgãos ambientais estaduais e municipais, como o IPAAM no Amazonas, e está alinhada com as diretrizes da ABNT NBR 17505 e da CONAMA 273/2000, visando a prevenção de vazamentos e a proteção ambiental.\n\nAs normas técnicas e regulamentações são cruciais para definir essa periodicidade. A ABNT NBR 17505-1/2/3 detalha o armazenamento de líquidos inflamáveis e combustíveis, incluindo a necessidade de testes de estanqueidade. A API 653, por sua vez, estabelece diretrizes para inspeção e teste de tanques de armazenamento, enquanto a NR-13, que trata de vasos de pressão e tanques, reforça a importância da integridade estrutural. A CONAMA 273/2000 é fundamental ao definir a obrigatoriedade de sistemas de detecção de vazamento, impulsionando a realização periódica de testes para garantir a funcionalidade desses sistemas.\n\nNo contexto do Polo Industrial de Manaus (PIM), a Solutec AM aplica esses requisitos rigorosamente. Para tanques de armazenamento de combustíveis, a frequência anual do teste de estanqueidade é uma exigência padrão nas licenças ambientais emitidas pelo IPAAM. A empresa segue as recomendações da ABNT NBR 17505 e da NR-13 para garantir a conformidade e a segurança operacional, prevenindo vazamentos e contaminações. A manutenção de laudos de estanqueidade atualizados é essencial para a renovação de licenças e para a fiscalização da ANP, demonstrando o compromisso com a gestão ambiental.
Resumo Estratégico
A conformidade com a regulamentação ANP, especialmente a Resolução ANP 825/2020, é fundamental para a operação de tanques de combustíveis. As diretrizes abrangem desde o projeto e instalação, conforme ABNT NBR 13781, até o monitoramento contínuo e testes de estanqueidade, conforme ABNT NBR 13784. A não conformidade pode resultar em sanções e riscos ambientais, exigindo uma gestão rigorosa para a segurança operacional.
Se você gostou deste artigo, você precisa ler:
📚 Referências Normativas e Técnicas
[1] Lei nº 6.496/1977 — Institui a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
[2] Resolução CONFEA nº 1.025/2009 — Regulamenta a ART
[3] ABNT NBR ISO 9001:2015 — Sistemas de gestão da qualidade
[4] NR-13 — Caldeiras, Vasos de Pressão, Tubulações e Tanques Metálicos
⚖️ Compromissos Técnicos e Legais
Responsabilidade Técnica (ART): Todos os serviços executados pela Solutec AM são acompanhados de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida por engenheiros registrados no CREA-AM, conforme a Lei nº 6.496/1977 e Resolução CONFEA nº 1.025/2009.
Natureza Informativa: Este artigo tem caráter técnico-consultivo. A aplicação das soluções aqui descritas exige análise individual por engenheiro habilitado, com emissão de ART e projeto executivo adequado às condições específicas de cada obra.
Aléxia Perrone
Engenheira Mecânica
CREA-AM 36950AM · RNP nº 042226912-3
Especialista em construção, montagem e manutenção industrial, com atuação em paradas de manutenção programadas e emergenciais nos segmentos industrial, petroquímico, energético e de infraestrutura. Inspetora de dutos terrestres qualificada e especialista em processos de impermeabilização com geomembranas e geotêxteis. Técnica em Eletrônica Digital e Edificações, possui 9 anos de experiência em gestão da qualidade e de obras, fabricação, soldagem e integridade industrial, com foco em segurança, qualidade e desempenho operacional na região norte.
Engenharia de inspeção industrial com rigor técnico, garantindo conformidade e segurança operacional em ambientes complexos.













