A Solutec AM oferece soluções de engenharia industrial com ART CREA-AM, rastreabilidade técnica e conformidade com normas ABNT para indústrias no Polo Industrial de Manaus e em toda a Amazônia Legal.
Projetos industriais no Polo Industrial de Manaus (PIM), abrangendo setores como refinarias, plantas químicas e a fabricação de eletroeletrônicos, demandam um nível de excelência e segurança que transcende a soldagem convencional. A complexidade e a criticidade desses empreendimentos exigem uma rastreabilidade documental completa para cada junta soldada. Esta exigência não é meramente burocrática, mas um pilar fundamental para a segurança operacional e a conformidade regulatória.
A ausência de rastreabilidade expõe as empresas a riscos significativos, incluindo fiscalizações rigorosas da NR-13, auditorias de clientes multinacionais como Samsung, Honda e Yamaha, e implicações severas em termos de responsabilidade civil e criminal para a empresa contratante. Diferentemente da soldagem comum, onde o foco pode ser apenas a união de peças, a soldagem industrial exige um controle meticuloso de cada etapa, garantindo que cada solda seja um componente validado e verificável.
1. O Que é Rastreabilidade Total em Soldagem Industrial e Por Que é Inegociável
A rastreabilidade total em soldagem industrial refere-se à capacidade de documentar e acompanhar cada etapa do processo de soldagem, desde a origem dos materiais até a inspeção final da junta. Este sistema permite reconstruir o histórico completo de uma solda, identificando os materiais utilizados, o procedimento empregado, o soldador responsável e os resultados de todos os ensaios não destrutivos (END). A ISO 9001:2015, em sua cláusula 8.5.2, estabelece a necessidade de identificar as saídas e o status de conformidade ao longo da produção e entrega.
A implementação da rastreabilidade em soldagem é prática e multifacetada. Inclui a numeração única de juntas, a marcação física em componentes, a criação de um weld map detalhado, a atribuição de códigos de soldador, o rastreamento de lotes de consumíveis e o registro exaustivo de todas as inspeções e reparos. Essas ações garantem que cada elemento da solda possa ser vinculado a um registro específico, conforme exigido por padrões de qualidade internacionais.
Para a indústria de tubulações de processo, a ASME B31.3:2022 é uma referência crucial. Embora não seja um formato de DataBook, ela impõe um conjunto de obrigações técnicas que alimentam a rastreabilidade. A norma exige a identificação e certificação de materiais, o controle rigoroso de juntas soldadas, a qualificação de procedimentos e soldadores, e a manutenção de registros de inspeção e teste. Isso assegura a conexão entre material, preparo, junta, soldador, inspeção e liberação.
A rastreabilidade é inegociável em ambientes industriais devido às suas implicações diretas na segurança, conformidade regulatória e responsabilidade legal. Falhas em componentes soldados podem resultar em acidentes graves, com perdas humanas e materiais, além de sanções legais e financeiras. A Lei nº 6.496/1977, que institui a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), e o Código Civil (Lei nº 10.406/2002), que trata da responsabilidade do empreiteiro, sublinham a importância da documentação completa.
Um DataBook QA/QC completo, com rastreabilidade total, serve como evidência documental de conformidade para auditorias, fiscalizações e para a rastreabilidade posterior durante a operação e manutenção do equipamento. Ele consolida todos os registros de qualidade, desde os certificados de materiais (MTR) até os relatórios de END, garantindo que a obra ou equipamento atenda aos requisitos contratuais e normativos.
2. WPS, PQR e WPQ: Os 3 Documentos que Sustentam a Rastreabilidade
A base da rastreabilidade em soldagem industrial é sustentada por três documentos essenciais: a WPS (Welding Procedure Specification), o PQR (Procedure Qualification Record) e a WPQ (Welder Performance Qualification). Estes documentos, conforme normas como ASME BPVC Section IX:2023 e ISO 15614-1:2017, garantem que a soldagem seja executada de forma controlada, repetível e por profissionais qualificados.
A WPS é o documento que detalha como uma solda deve ser executada. Ela especifica variáveis como o processo de soldagem (ex: SMAW, GTAW), o tipo de material base (identificado pelo P-Number, como P-No.1 para ASTM A516 Gr.70), o consumível (classificação AWS ou ISO, ex: E7018), a posição de soldagem (ex: 3G, 6G), a faixa de espessura e diâmetro, o pré-aquecimento e a temperatura de interpasse. Conforme ASME BPVC Section IX:2023, QW-200.1, uma WPS deve ser escrita e qualificada por um PQR.
O PQR é o registro dos resultados dos testes que qualificaram a WPS. Ele comprova que o procedimento de soldagem, quando executado sob condições controladas, produz uma junta com as propriedades mecânicas e metalúrgicas requeridas pela norma. Os ensaios mecânicos obrigatórios para qualificação, conforme ASME BPVC Section IX:2023, QW-150 a QW-180, incluem ensaios de tração (geralmente dois corpos de prova para juntas de topo), dobramento (dois para raiz e dois para face), e, quando aplicável, impacto Charpy. Para aços carbono/ferríticos, a resistência à tração deve ser igual ou superior ao mínimo especificado para o material base.
A WPQ, ou Welder Performance Qualification, atesta a habilidade de um soldador para executar soldas conforme uma WPS específica. Este documento vincula a junta soldada ao soldador habilitado, garantindo que o profissional possui a destreza e o conhecimento para aplicar o procedimento qualificado. A qualificação de soldadores é regida por normas como ASME BPVC Section IX:2023, QW-300 e QW-350, e ISO 9606-1:2017. As faixas de qualificação de espessura e diâmetro são definidas pelos testes realizados, por exemplo, um soldador qualificado em tubo de 6 polegadas na posição 6G pode ser qualificado para soldar tubos de diâmetro superior a 2 7/8 polegadas em todas as posições.
A interdependência desses três documentos é fundamental para a rastreabilidade. Cada junta soldada em um projeto industrial deve ser executada seguindo uma WPS qualificada por um PQR, e por um soldador com WPQ válida para o processo e posição. Essa cadeia documental é auditável e essencial para a integridade do DataBook QA/QC, fornecendo a base técnica para a aceitação da solda.
3. Mapa de Juntas (Weld Map) e Isométricos: Identificação Única por Junta
O Mapa de Juntas Soldadas (Weld Map) é um documento crucial para a rastreabilidade em projetos industriais, especialmente em tubulações e vasos de pressão. Ele atribui uma identificação única (joint number) a cada solda, correlacionando-a com dados de projeto, fabricação e inspeção. Na prática, o weld map é frequentemente um desenho isométrico da linha ou equipamento, onde cada junta soldada é marcada com um código específico, funcionando como o "CPF" da solda.
Este documento detalha a localização exata da junta no projeto, incluindo o número do desenho isométrico associado e o spool de fabricação. Em contextos de inspeção e manutenção, como em refinarias ou plantas petroquímicas no PIM, o weld map também associa a junta à área ou unidade específica (ex: U-230 – Área de Lavagem) e aos equipamentos de origem e destino (ex: de V-201 a E-205). Essa precisão na localização é vital para futuras inspeções e reparos.
O conteúdo mínimo de um weld map para tubulação industrial, alinhado com práticas de EPCistas e normas como ASME B31.3:2022 e API 570:2016, inclui o tipo de junta (topo, ângulo, soquete), frequentemente classificado internamente (ex: Tipo A para topo, Tipo B para ângulo sem penetração). A simbologia de soldagem, conforme AWS A2.4:2020, é utilizada para representar graficamente a junta no desenho, indicando detalhes como tipo de chanfro, tamanho da garganta e contorno.
Para cada junta, o weld map deve registrar os materiais base (P-No/Group No conforme ASME IX, ou designação ASTM/ASME), o diâmetro nominal da tubulação (NPS) e a espessura nominal, conforme ASME B36.10M:2018. Por exemplo, uma tubulação NPS 4" SCH 40 possui uma espessura nominal de 6,02 mm. A classe de pressão da linha, de acordo com ASME B16.5:2020 para flanges ou a especificação de tubulação de projeto, também é um dado essencial.
Além disso, o weld map vincula cada junta à WPS (Welding Procedure Specification) aplicada e ao PQR (Procedure Qualification Record) correspondente, garantindo que o procedimento de soldagem foi qualificado. A identificação do soldador ou operador, com sua qualificação válida conforme ASME BPVC Section IX:2023, QW-300 e QW-350, é igualmente registrada. Essa correlação é fundamental para a responsabilização e a qualidade da execução.
Por fim, o weld map lista os Ensaios Não Destrutivos (END) previstos para cada junta, como VT (Visual Testing), PT (Líquido Penetrante), MT (Partículas Magnéticas), RT (Radiografia) ou UT (Ultrassom), e a extensão de exame exigida. A ASME B31.3:2022, Seção 341, Tabela 341.3.2, por exemplo, pode exigir exame radiográfico aleatório de 5% das juntas para certas categorias, ou 100% para juntas em Serviço de Categoria M, destacando a criticidade da documentação.
4. Ensaios Não Destrutivos Avançados: PAUT, TOFD e o Fim da Radiografia Convencional
Os Ensaios Não Destrutivos (END) avançados, como Phased Array Ultrasonic Testing (PAUT) e Time of Flight Diffraction (TOFD), representam um avanço significativo na inspeção de soldas industriais, oferecendo maior precisão e eficiência em comparação com a radiografia convencional (RT). Essas técnicas são cada vez mais empregadas no Polo Industrial de Manaus e em projetos de alta criticidade, substituindo a RT em diversas aplicações.
O PAUT utiliza transdutores com múltiplos elementos que podem ser ativados individualmente com atrasos de tempo controlados, permitindo a direção e focalização eletrônica do feixe ultrassônico. Matrizes comuns em soldagem incluem 16x1, 32x1 e 64x1, com 64 ou 128 elementos ativos em scanners automatizados para soldas circunferenciais. A varredura setorial (S-scan) é típica, cobrindo ângulos de 40-75° com incrementos de 0,5-1,0°. Para soldas de 10-50 mm em aço carbono, frequências de 3-5 MHz são comuns, com largura de pulso de 0,2-0,4 µs.
A substituição da RT por técnicas avançadas de ultrassom é formalizada pelo ASME Code Case 2235-9, que permite o uso de UT (incluindo PAUT/TOFD) em juntas soldadas de vasos, tubulações e componentes sob pressão. Isso é válido desde que as técnicas sejam qualificadas, os procedimentos escritos e a detecção de descontinuidades seja demonstrada conforme os códigos de construção, como ASME Section VIII Div.1/2 e ASME B31.x. A aplicabilidade se estende a espessuras iguais ou superiores a 6 mm, dependendo do código.
Normas como ISO 13588:2019 ("Non-destructive testing of welds — Ultrasonic testing — Use of automated phased array technology") e ASME Section V, Article 4, estabelecem os requisitos para a qualificação e aplicação do PAUT. A ISO 13588:2019 define a qualificação da técnica, incluindo o uso de blocos de referência, curvas TCG (Time Corrected Gain), e a aplicação de S-scan, B-scan e C-scan para soldas de espessura entre 8 mm e 200 mm.
O TOFD é uma técnica ultrassônica baseada na medição do tempo de voo das ondas difratadas nas extremidades de uma descontinuidade. Ele é altamente eficaz para o dimensionamento preciso da altura de falhas, gerando imagens tipo B-scan. Para soldas de aço carbono, frequências de 2-5 MHz são usadas para espessuras de 15-100 mm, com uma separação entre sondas (PCS) tipicamente de 2-3 vezes a espessura da parede. A precisão de dimensionamento de altura é de aproximadamente ±1 mm ou ±10% da altura real da descontinuidade.
Normas como ISO 10863:2011 ("Non-destructive testing of welds — Ultrasonic testing — Use of time-of-flight diffraction technique (TOFD)") e EN ISO 16828:2014 regem a aplicação do TOFD. Assim como o PAUT, o TOFD é reconhecido pelo ASME Section V, Article 4, e pode ser utilizado em conjunto com PAUT para substituir a RT via ASME Code Case 2235-9, oferecendo maior sensibilidade e capacidade de dimensionamento de descontinuidades.
5. Critérios de Aceitação ISO 5817 e ASME B31.3: Como Saber se a Solda Passou
A aceitação de uma solda em projetos industriais é determinada por critérios rigorosos estabelecidos em normas técnicas, como a ISO 5817:2014 e a ASME B31.3:2022. Estas normas definem os limites para imperfeições de soldagem, garantindo a integridade estrutural e funcional dos componentes. A escolha do nível de qualidade ou critério de aceitação depende da aplicação, do tipo de carregamento e da criticidade do serviço.
A ISO 5817:2014 ("Welding — Fusion-welded joints in steel, nickel, titanium and their alloys") estabelece três níveis de qualidade para imperfeições: B (mais rigoroso), C (intermediário, mais usual) e D (menos rigoroso). Para trincas (código 100), a norma é categórica: trincas macroscópicas não são permitidas em nenhum dos níveis (B, C ou D) para espessuras iguais ou superiores a 0,5 mm. Qualquer trinca detectável por inspeção visual (VT), líquido penetrante (PT), partículas magnéticas (MT), radiografia (RT) ou ultrassom (UT) resulta na reprovação da junta.
Para falta de penetração (código 401) em juntas de topo, a ISO 5817:2014 e a prática industrial indicam que, em juntas especificadas como totalmente penetradas, qualquer falta de penetração é inadmissível para o Nível B. No Nível C, pode ser admitida uma profundidade máxima h ≤ 0,1·t, com limite absoluto de 2 mm, mas apenas se a junta não for especificada como totalmente penetrada. Para juntas de penetração total, a falta de penetração é tratada como não permitida, alinhando-se com a ASME B31.3:2022, Seção 341.3.2(a).
A falta de fusão (códigos 401/402/403), seja lateral, entre passes ou com a raiz, também possui critérios estritos. Para o Nível B da ISO 5817:2014, a falta de fusão detectável por qualquer método de END é não permitida. No Nível C, a falta de fusão macroscópica não é permitida em juntas de topo de penetração total. Em aplicações estruturais e de pressão, a falta de fusão macroscópica é geralmente tratada como rejeição para os níveis B e C em juntas críticas.
A porosidade (códigos 201x), incluindo poros isolados, porosidade agrupada e porosidade linear, é avaliada por critérios numéricos. Para poros isolados em soldas de topo, o Nível B pode limitar o diâmetro máximo do poro a 0,2 mm ou 0,2·t (o menor), com um limite máximo absoluto de 1 mm. O Nível C é mais permissivo, permitindo diâmetros maiores, mas sempre com restrições de distribuição e tamanho. A ASME B31.3:2022 também estabelece limites para a porosidade, geralmente em termos de área ou comprimento acumulado, dependendo da categoria de serviço.
A seleção do nível de qualidade (B, C ou D) ou dos critérios de aceitação da ASME B31.3:2022 é crucial e deve ser definida em fase de projeto, considerando fatores como pressão de operação, ciclos de carregamento, tipo de fluido (ex: tóxico, inflamável) e as consequências de uma falha. A conformidade com esses critérios é verificada pelos Ensaios Não Destrutivos (END), cujos resultados são documentados no DataBook QA/QC para comprovar a aceitação da solda.
6. DataBook QA/QC e ART CREA-AM: O Pacote Documental que Aprova a Obra
O DataBook QA/QC é o dossiê de qualidade que consolida todas as evidências de que a fabricação, inspeção e testes de um equipamento ou obra atenderam aos requisitos contratuais e normativos. Ele é o pacote documental final que aprova a obra, garantindo a rastreabilidade e a conformidade. Em soldagem industrial, o DataBook reúne documentos como WPS, PQR, WPQ, certificados de materiais (MTR), o Weld Map, registros de END, e relatórios de tratamento térmico pós-soldagem (PWHT).
A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), instituída pela Lei nº 6.496/1977 e regulamentada pela Resolução CONFEA nº 1.025/2009, é um documento obrigatório no Brasil que vincula o profissional ou a empresa legalmente habilitada à execução de obras ou prestação de serviços de engenharia. Para projetos industriais no PIM, a ART CREA-AM é essencial, atestando a responsabilidade técnica de engenheiros como a Eng. Aléxia Perrone (CREA-AM 36950AM) pela supervisão e execução dos serviços de soldagem.
A ART deve ser registrada no CREA da Unidade Federativa onde a atividade será realizada, antes do início da atividade técnica, e é válida somente após o pagamento da taxa. A Resolução CONFEA nº 1.025/2009, Art. 8º, e atos complementares dos CREAs, não admitem mais o registro de ART para obras ou serviços já concluídos. Essa exigência reforça a importância do planejamento e da formalização da responsabilidade técnica desde as fases iniciais do projeto.
A ausência de ART sujeita o profissional ou a empresa a multas aplicadas pelo CREA, sem prejuízo de outras sanções legais. Além disso, a responsabilidade civil do engenheiro, conforme o Código Civil (Lei nº 10.406/2002, Art. 618), estende-se por cinco anos pela solidez e segurança do trabalho. Em casos de falhas técnicas ou acidentes, o engenheiro responsável técnico pode ser corresponsabilizado, inclusive penalmente, se houver nexo causal com a falha.
O DataBook QA/QC, assinado por um profissional com ART válida, como a Eng. Aléxia Perrone (CREA-AM 36950AM), confere credibilidade e validade legal à documentação técnica. Ele serve como prova irrefutável da conformidade com as normas técnicas e regulatórias, sendo um requisito para a liberação final da obra e para auditorias de clientes e órgãos fiscalizadores. A organização e a completude deste dossiê são cruciais para a segurança operacional e a mitigação de riscos legais.
A integração do DataBook com a ART garante que todos os aspectos técnicos do serviço de soldagem, desde a qualificação de procedimentos e soldadores até os resultados dos END, estejam sob a supervisão e responsabilidade de um profissional habilitado. Este pacote documental é a garantia de que a obra foi executada com a qualidade e segurança exigidas pelos padrões da indústria e pela legislação brasileira.
Resposta Direta
\1**\1**\1
7. Por Que Confiar na Solutec AM para Soldagem com Rastreabilidade Total
A Solutec AM, atuando no Polo Industrial de Manaus, compreende a criticidade da soldagem industrial com rastreabilidade total e aprovação em END. A empresa estrutura seus serviços com base em um rigoroso sistema de gestão da qualidade, assegurando a conformidade com as normas mais exigentes da indústria. A expertise técnica da equipe, liderada pela Eng. Aléxia Perrone (CREA-AM 36950AM), é um diferencial na entrega de projetos complexos.
A Solutec AM destaca-se pela elaboração de DataBooks QA/QC completos, disponíveis em formatos digital e físico, que consolidam toda a documentação necessária para a aprovação de obras. A gestão de WPS e PQR é realizada com base nas edições mais recentes das normas ASME BPVC Section IX:2023 e ISO 15614-1:2017, enquanto a qualificação de soldadores segue os padrões SNQC/ABENDI e ISO 9606-1:2017. A equipe de inspetores Nível 2 ABENDI garante a precisão e a confiabilidade dos ensaios não destrutivos avançados, como PAUT e TOFD.
Como Reduzir Seus Riscos?
❌ Risco
Falta de ART: Serviços sem Anotação de Responsabilidade Técnica expõem o contratante a multas e irregularidades.
✅ Solução
A Solutec AM inclui ART em todas as propostas, emitida por engenheiros CREA-AM.
❌ Risco
Sem rastreabilidade: Ausência de documentação técnica impossibilita auditorias e manutenção preventiva.
✅ Solução
Dossiê técnico QA/QC digital com rastreabilidade completa por serviço executado.
❌ Risco
Material não certificado: Materiais sem certificação ABNT/ASTM comprometem a segurança e durabilidade das instalações.
✅ Solução
Utilizamos exclusivamente materiais certificados conforme normas ABNT e ASTM aplicáveis.
Perguntas Frequentes
Sobre engenharia industrial em Manaus
P:A Solutec AM atende fora de Manaus?
Sim. A Solutec AM atende toda a Amazônia Legal, incluindo Itacoatiara, Parintins, Tefé, Coari, Tabatinga, Humaitá e Porto Velho, com mobilização em até 48 horas após aprovação técnica.
P:Todos os serviços da Solutec AM incluem ART?
Sim. Todos os serviços executados pela Solutec AM incluem Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida por engenheiros registrados no CREA-AM, conforme Lei nº 6.496/1977.
P:O que é o dossiê técnico QA/QC da Solutec AM?
É um conjunto de documentos que comprova a qualidade e rastreabilidade de cada serviço: ART, memorial técnico, planilhas de campo, laudos de teste, registros fotográficos e relatório final assinado pelo engenheiro responsável.
Resumo Estratégico
Engenharia industrial na Amazônia Legal exige conformidade com ABNT NBR, ASTM e normas regulamentadoras NR, além de ART CREA-AM em todos os laudos. Rastreabilidade técnica e dossiê QA/QC são requisitos essenciais para licenciamento ambiental e segurança operacional no Polo Industrial de Manaus.
🔗 Leia Também:
📚 Referências Normativas e Técnicas
[1] Lei nº 6.496/1977 — Institui a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART)
[2] Resolução CONFEA nº 1.025/2009 — Regulamenta a ART
[3] ABNT NBR ISO 9001:2015 — Sistemas de gestão da qualidade
[4] NR-12 — Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
⚖️ Compromissos Técnicos e Legais
Responsabilidade Técnica (ART): Todos os serviços executados pela Solutec AM são acompanhados de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida por engenheiros registrados no CREA-AM, conforme a Lei nº 6.496/1977 e Resolução CONFEA nº 1.025/2009.
Natureza Informativa: Este artigo tem caráter técnico-consultivo. A aplicação das soluções aqui descritas exige análise individual por engenheiro habilitado, com emissão de ART e projeto executivo adequado às condições específicas de cada obra.
Aléxia Perrone
Engenheira Mecânica
CREA-AM 36950AM · RNP nº 042226912-3
Especialista em construção, montagem e manutenção industrial, com atuação em paradas de manutenção programadas e emergenciais nos segmentos industrial, petroquímico, energético e de infraestrutura. Inspetora de dutos terrestres qualificada e especialista em processos de impermeabilização com geomembranas e geotêxteis. Técnica em Eletrônica Digital e Edificações, possui 9 anos de experiência em gestão da qualidade e de obras, fabricação, soldagem e integridade industrial, com foco em segurança, qualidade e desempenho operacional na região norte.
Engenharia industrial com ART CREA-AM, rastreabilidade técnica e conformidade com normas ABNT para indústrias no Polo Industrial de Manaus e em toda a Amazônia Legal.




